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PENSAMENTO VISUAL
Isso pode revolucionar a gestão como a conhecemos hoje.
Cada vez mais fica evidente que o investimento no capital humano é imprescindível para alcançar o sucesso em um mercado altamente competitivo. A mais recente pesquisa da Deloitte sobre tendências em gestão de pessoas voltou a apontar a atração e engajamento de talentos como os principais desafios organizacionais para os próximos anos.
“Nesse cenário, o desenvolvimento humano adquire uma importância vital para as empresa já que é uma das principais ferramentas para engajar os colaboradores”, diz Renato Gangoni, CEO da Spin Design, multinacional brasileira que transforma processos corporativos e padrões mentais através de mapas visuais.
Na prática, investir em educação corporativa e processos de T&D é o caminho mais assertivo para que os talentos estejam sempre aptos a encontrar soluções inovadoras e disruptivas, que diferenciam a organização das demais. “Todo mundo busca inovação e conteúdos inspiradores, mas segue fazendo a mesma coisa. Não dá para ir em busca de uma equipe de trabalho criativa e disruptiva apostando apenas em abordagens e treinamentos convencionais, de prateleira”, diz Gangoni.
Nesse contexto, ainda de acordo com o CEO da Spin Design, o pensamento visual (visual thinking) surge como um aliado das companhias que visam alinhar seus processos internos ao perfil do capital humano em busca de resultados sólidos. O pensamento visual, como conceito, utiliza a linguagem visual de forma intencional para organizar as ideias de maneira intuitiva, objetiva e simultânea. “É muito mais fácil absorver conhecimento através da visualização de conteúdos bem organizados. Por isso, o profissional capacitado para criar processos de aprendizagem visual é cada vez mais valorizado. Na prática, ele consegue resolver problemas e transmitir mensagens por meio do lúdico com enfoque na agilidade e eficiência. Além dessas características serem indispensáveis para manter a produtividade, esses fatores também são muito úteis no momento de trabalhar estratégias de negócios”, afirma o executivo.
Os elementos visuais (infográficos, tabelas, diagramas, vídeos etc.) servem ao propósito de organizar e expor conceitos complexos, pensamentos e inspirações, planos de ação, otimizando a memorização e a criação. “É claro que não são apenas os talentos que se beneficiam do visual thinking. Em reuniões, é possível sintetizar as apresentações para facilitar a troca de experiências e a compreensão de ideias. Por consequência, isso reduz a demanda de serviços, pois facilita o entendimento de cada detalhe das ações a serem feitas antes de iniciarem”.
Fonte:- Redação P&N
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