TRANSLATE:
header_logo
Login
ÚLTIMOS ARTIGOS
INVESTIR NAS PESSOAS AUMENTA COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS
A importância da educação corporativa
A qualificação profissional e o investimento no capital humano têm surgido como uma das principais tendências dentro do mercado nacional. Depois de muito tempo sendo subvalorizado, esse investimento começa a ganhar mais atenção uma vez que, conhecimento, habilidade e atitude são os fatores de maior competitividade em um bom profissional. O departamento de Recursos Humanos acaba sendo o principal responsável por gerenciar esses investimentos e, do outro lado da mesa, o colaborador, também tem sua parcela de responsabilidade em solicitar, aproveitar as oportunidades e aplicar os conhecimentos adquiridos nas atividades do dia a dia.
Uma pesquisa inédita realizada pela Deloitte, com 126 empresas, retrata o cenário da educação corporativa no Brasil e mostra o quanto o setor tem ganhado maturidade nos últimos anos. De acordo com o estudo, 28% das empresas pesquisadas já possuem universidade corporativa. Das 72% que não possuem, mais de um quarto delas (28%) demonstra interesse em criar a estrutura. Ainda observando os dados coletados, entre as empresas que investem em educação corporativa, a média de investimento é de 0,47% do faturamento anual.
O fato é que aplicar recursos na educação corporativa aumenta a qualificação profissional, prepara os colaboradores para o próximo passo de suas carreiras e ainda auxilia em um dos maiores desafios das empresas, a retenção de talentos. Apesar de parecer uma via de mão única, onde apenas a empresa é responsável pelo aprimoramento dos colaboradores, o profissional também tem sua parcela de responsabilidade em se manter atualizado e buscar novos conhecimentos e competências fora dos muros da organização.
Para identificar de quem é a vez de investir, é importante entendermos o papel de cada lado dessa equação. Cabe ao profissional desenhar os objetivos de sua careira e o que pretende conquistar em sua vida profissional. É papel da empresa oferecer oportunidades, dar feedback sobre as competências a serem desenvolvidas e incentivar o profissional a buscar essa melhoria. Quando o conhecimento é indispensável para a necessidade interna, o RH tem como missão fornecer essas ferramentas, mas quando é uma necessidade específica para a carreira de cada colaborador, fica à cargo do profissional buscar esse recurso no ambiente externo.
Para as empresas, as principais vantagens de se investir em educação corporativa são a maior competitividade no mercado, o ganho em produtividade individual e coletiva, maior atração e retenção de talentos, imagem e reputação para a marca, ganho na melhoria de processos, mais inovação, além de muito mais criatividade dentro das equipes.
Uma coisa que acho importante ressaltar é que quando observamos o resultado do investimento em treinamentos, precisamos estar cientes da curva de aprendizagem. Em um primeiro momento, poderá haver uma queda nos resultados, mas a tendência é que a curva cresça trazendo mais benefícios para a empresa. É claro que todo investimento que não for mensurado não vai se provar eficiente. Apesar de ser quase intangível medir o conhecimento adquirido por uma pessoa, prestar atenção em indicadores que comprovem o aumento da produtividade individual e coletiva, uma menor incidência de erros e um maior cumprimento de prazos são formas de identificar se a escolha valeu ou não a pena.
Uma vez percebida a importância de se investir na qualificação dos colaboradores, o desafio do RH é ir além da educação corporativa tradicional. O que é relevante para cada organização muda de acordo com sua atuação e mercado, mas, em um mundo onde as mudanças e quebras de paradigmas acontecem quase que diariamente, apostar investimentos em fatores que estejam ligados à cultura organizacional e ao novo contexto de mundo, são aposta mais certeiras e confiáveis.
Por fim, na minha opinião, é muito importante que as empresas incentivem a troca de conhecimentos dentro do ambiente corporativo. Dar a oportunidade de determinados profissionais propagarem a outros colegas de seus times ou de outras equipes, o que aprendeu em um treinamento, pós-graduação ou curso de extensão é uma contrapartida muito interessante para reciclar constantemente os times, além de fazer com que o próprio profissional que recebeu o benefício possa colocar todo esse aprendizado em prática. Como diria a poetisa brasileira, Cora Coralina, “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”.
Fonte:- Marina Brandão, headhunter, para Redação P&N
Apoio:
xhl


sicredi
Blog
A tecnologia pode ajudar a sustentabilidade do sistema de saúde do Brasil
A discussão de compliance e ética no CQH 2018
Destaques
O impacto da pandemia no futuro dos espaços em saúde
Exame de Obtenção de Título de Especialista em Medicina Preventiva e Social e Certificado de Área de Atuação em Administração em Saúde 2020
Webinar - A Arquitetura e Engenharia Hospitalar contribuindo para o Controle da Infecção Hospitalar
2020 - Concursos para obtenção de título de especialista em medicina preventiva e certificado de área de atuação em administração em saúde
Curso da APM ajuda na sustentabilidade de empreendimentos médicos
Liderança 4.0
Mais Recentes
Mais Lidas
1Manual de Indicadores de Enfermagem NAGEH 2012
2Rumo à Excelência: Critérios para avaliação do desempenho e diagnóstico organizacional
3CQH - Roteiro de Visitas
43º Caderno de Indicadores CQH - 2009
5Manual de Gestão Hospitalar
6Por que e como aderir ao Programa CQH
7Acreditação hospitalar: um movimento inexorável?
8Manual de Gestão Hospitalar do CQH
9Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Ciclo 2015-2016: Regulamento e Instruções para Candidatura
10Grupo de Indicadores de Enfermagem

apmsompas