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16/08/17 - 7 etapas de um programa de gestão de risco
Saiba como construir um sistema de gestão de risco
Para uma organização sobreviver em um mercado complexo, repleto de incertezas e ambiguidades, ela precisa estar equipada para detectar e antecipar os riscos que podem atingi-la.

A definição do que é risco dentro de um ambiente corporativo é variada e em muitos casos é enxergado como algo negativo, mas a FNQ define risco como o efeito (positivo ou negativo) da incerteza nos processos, sistemas e decisões, causando variações em seu desempenho. Dessa forma, risco também pode ser uma oportunidade.

Por isso, a gestão de risco dentro de uma organização que busca excelência, deve ser incorporada em seu dia a dia, impactando sua tomada de decisão. Veja abaixo as sete etapas para implementar a gestão de risco na sua organização

Promoção da cultura de riscos: compreensão sobre o que é risco pela organização e disseminação de seu conceito. Uma cultura de risco eficaz é aquela que incentiva, delega e recompensa a tomada dos riscos apropriados, bem como a mitigação dos riscos inaceitáveis, por meio de uma abordagem racional e consciente e de um fluxo ágil de informações.
Classificação dos riscos: Criar taxonomia de risco (por exemplo: risco estratégico, comercial, reputacional, operacional, de mercado, etc) È importante lembrar que não há um padrão estabelecido para classificação de risco. Cada organização tem liberdade para escolher a linguagem mais apropriada à sua cultura e ao seu negócio.
Integração dos riscos: Identificar os diferentes riscos que possam afetar um mesmo grupo de stakeholders ou que envolvam áreas correlatas. Isso ajuda a melhor mitigar os risco e reportá-los no futuro.
Priorização dos riscos: atribuir importância adequada aos riscos identificados e determinar prioridades de ação, estando sensível a mudanças.
Tratamento dos riscos priorizados: olhar os riscos em conjunto e de forma estratégica para definir um plano de mitigação
Comunicação dos riscos para as partes interessadas: relatar o risco às partes interessadas de forma clara e transparente, e calibrar a tolerância delas ao risco.
Monitoramento dos riscos: depois de identificados e mitigados, é importante monitorar e controlar periodicamente os riscos.

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