TRANSLATE:
header_logo
Login
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
08/02/17 - Tabagismo consome cerca de 6% do gasto com saúde e 2% do PIB mundial
O tabagismo custa caro, principalmente nos países em desenvolvimento, já que consome cerca de 6% dos gastos mundiais dedicados à saúde e 2% do Produto Interno Bruto (PIB) do mundo - aponta um primeiro estudo realizado sobre o tema.
Publicado nesta terça-feira (31/1) na revista Tobacco Control, o estudo mostra que, em 2012, o custo total do tabagismo alcançava US$ 1,4 bilhão no mundo todo. Deste total, 40% ficam a cargo dos países em desenvolvimento. Os pesquisadores analisaram dados de 152 países, que representam 97% dos fumantes do planeta.

imagem


Os cientistas avaliaram o custo do tabagismo incluindo os gastos diretos (hospitalização e tratamento) e os gastos indiretos (calculados com base na produtividade perdida por conta de doenças, ou por morte prematura).

Em 2012, o tabagismo foi a causa do falecimento de mais de dois milhões de adultos entre 30 e 69 anos no mundo, ou seja, 12% do total de mortes nessa faixa etária, relata o estudo.

As porcentagens mais elevadas foram registradas na Europa (26%) e na América (15%), segundo os cientistas.

Nesse mesmo ano, os gastos diretos de saúde relacionados com o tabagismo foram de US$ 422 bilhões no mundo, o que significa 5,7% dos gastos destinados à saúde, porcentagem que aumenta para 6,5% nos países com rendas mais elevadas.

Um quarto do custo econômico total do tabagismo (US$ 1,4 bilhão) recai em quatro países: Brasil, China, Índia e Rússia.

Em relação ao PIB dos diferentes países, o tabagismo sai especialmente caro no Leste Europeu (3,6% do PIB), assim como nos Estados Unidos e no Canadá (3%). O restante da Europa se situa em 2%, diante de 1,8% da escala mundial.

"O tabagismo representa um peso econômico importante no conjunto do mundo e especialmente na Europa e na América do Norte, onde a epidemia está mais avançada", assinalam os autores do estudo coordenado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A OMS tem o objetivo de reduzir em um terço as mortes prematuras relacionadas a doenças não infecciosas, sobretudo o tabagismo, antes de 2030.

Para conseguir isso, os pesquisadores defendem a aplicação de "medidas globais" contra o tabagismo.


Fonte: Correio Brasiliense - 30/01/2017
Apoio:
xhl


sicredi
Blog
A tecnologia pode ajudar a sustentabilidade do sistema de saúde do Brasil
A discussão de compliance e ética no CQH 2018
Destaques
O impacto da pandemia no futuro dos espaços em saúde
Exame de Obtenção de Título de Especialista em Medicina Preventiva e Social e Certificado de Área de Atuação em Administração em Saúde 2020
Webinar - A Arquitetura e Engenharia Hospitalar contribuindo para o Controle da Infecção Hospitalar
2020 - Concursos para obtenção de título de especialista em medicina preventiva e certificado de área de atuação em administração em saúde
Curso da APM ajuda na sustentabilidade de empreendimentos médicos
Liderança 4.0
Mais Recentes
Mais Lidas
1Manual de Indicadores de Enfermagem NAGEH 2012
2Rumo à Excelência: Critérios para avaliação do desempenho e diagnóstico organizacional
3CQH - Roteiro de Visitas
43º Caderno de Indicadores CQH - 2009
5Manual de Gestão Hospitalar
6Por que e como aderir ao Programa CQH
7Acreditação hospitalar: um movimento inexorável?
8Manual de Gestão Hospitalar do CQH
9Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Ciclo 2015-2016: Regulamento e Instruções para Candidatura
10Grupo de Indicadores de Enfermagem

apmsompas