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16/03/15 - Deterioração do mercado de trabalho
Em 2015, mercado de trabalho verá sinais de deterioração
Os sinais de que o mercado de trabalho não verá ventos favoráveis em 2015 já começaram a aparecer nos dados de desemprego da Pnad Contínua referente ao trimestre encerrado em janeiro deste ano. Divulgados na última quinta-feira (12) pelo IBGE, a pesquisa mostrou um aumento da taxa de desocupação de 6,4% para 6,8% no Brasil em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com a divulgação trimestral anterior (outubro a dezembro 2014), a variação foi de 0,3%. Segundo Rodrigo Leandro de Moura, pesquisador da área de Economia Aplicada da FGV/IBRE, esse movimento de aumento do desemprego aponta para uma deterioração mais acentuada do mercado trabalho. “Nossa previsão é que a taxa de desemprego pode subir em 2015 até 1 ponto percentual (p.p.) em relação a 2014 e isso é reflexo do desgaste da atividade econômica, da piora das expectativas e da confiança, do corte de verbas do governo e do ajuste fiscal que restringe o acesso ao seguro desemprego e a educação, além do aumento de impostos para empresas e consumidores”, enumera. “Isso tudo gera demissões e maior proporção de pessoas procurando emprego, ou seja, da População Economicamente Ativa (PEA)”, completa Moura.

O curioso, para o especialista, foi o fato de que a elevação da taxa de desocupação logo no início do ano se deu não pelo aumento de demissões, mas pelo crescimento da PEA, algo que não se esperava, por ora. “A lógica é que o desemprego subisse mais por conta das demissões (inclusive devido aos trabalhos temporários de dezembro) e, num segundo momento, com os salários crescendo menos e com o desemprego alto, as pessoas passariam a buscar emprego”, analisa. Entre as possíveis explicações para essa tendência, segundo ele, estão a desaceleração gradual da renda, apesar do reajuste do salário mínimo, o que estimula as pessoas a participarem mais do mercado de trabalho para compensar essas perdas, e a própria percepção de piora da situação econômica das famílias que estão ficando mais preocupadas.

O economista também toca num outro ponto que tende a explicar a guinada na PEA: o corte do governo nas despesas com educação, — influenciado pelo contingenciamento de verbas — reduzindo a oferta de bolsas de estudo e financiamentos (Fies e ProUni). “Isso afeta, principalmente, estudantes e ex-futuros estudantes que desistem de estudar para procurar trabalho e ajudar financeiramente a família ou apenas se auto sustentar”, explica Moura.
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