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ESTRATÉGIAS E PLANOS
A crescente busca pela excelência da gestão empresarial
Artigo de Jairo Martins, superintendente-geral da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ)
Nunca se falou tanto sobre gestão organizacional como nos últimos anos, principalmente após o desencadeamento da crise econômica mundial. O atual cenário de turbulências, instabilidade global e de rápidas e constantes transformações socioeconômicas tem demandado, cada vez mais, que as empresas estejam preparadas para enfrentar períodos de alta volatilidade e se adaptar a mudanças que impactam diretamente no mundo dos negócios. Uma boa gestão, estruturada a partir de uma visão sistêmica da organização, vem se reforçando, ao longo dos anos, como a chave para o sucesso e para a sobrevivência das companhias no mercado.

Se, na década de 90, primar pela qualidade de produtos e processos era um diferencial competitivo, hoje isso se tornou apenas um dos diversos aspectos e atividades com que as organizações devem se preocupar para se tornarem e continuarem competitivas. Levando em conta esse contexto, as empresas têm buscado adotar uma gestão com processos sistematizados, incorporando princípios e valores capazes de contemplar o novo papel mais participativo e responsável das organizações na sociedade contemporânea.

Para embasar a implementação dessa gestão estruturada, muitas organizações utilizam modelos de referência, como o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), que servem de instrumento para a melhoria de práticas para empresas de todos os portes e setores. Modelos como este contribuem também para que as empresas estejam atentas às tendências mundiais e às mudanças bruscas de cenários, e preparadas para responder às transformações globais, como o crescimento demográfico, o surgimento de economias emergentes, novas tecnologias e mudanças climáticas.

E, cada vez mais, as companhias vêm tomando consciência da importância de buscar a excelência da gestão, não só em benefício próprio, mas também para gerar valor para o Brasil. Pesquisas realizadas a pedido da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) confirmam que as usuárias do MEG apresentam resultados superiores aos da média das organizações de seus respectivos setores. Mais do que desempenho financeiro favorável, as empresas que adotam o Modelo também veem sua administração evoluir não mais de forma fragmentada e sim de maneira sistêmica e integrada.

Outro recente levantamento desenvolvido pela FNQ atesta que, realmente, tem melhorado o grau de maturidade da gestão das organizações brasileiras. A partir da análise do desempenho das empresas candidatas a vários prêmios de gestão, foi criado o Indicador Nacional da Maturidade da Gestão (INMG), que avaliou as boas práticas adotadas por organizações de diferentes portes e setores e comprovou que a busca da excelência já está presente no dia a dia das companhias.

Tomando como base as candidatas ao Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ), por exemplo, o estudo revelou uma evolução positiva no nível mediano de aderência dessas empresas ao MEG, passando de 44 pontos em 2009, para 48 em 2010 e 53 em 2011, o maior índice desde o início da apuração em 1999. O aperfeiçoamento contínuo da gestão e os compromissos assumidos com a sustentabilidade, a inovação, a ética e a valorização das pessoas, a partir do papel inspirador das lideranças, estão entre os fatores fundamentais para constatar esses avanços.

A comprovação desse elevado grau de maturidade da gestão das empresas representa, acima de tudo, uma mudança de cultura, fruto de um trabalho de vários anos de melhoria contínua. Embora ainda existam desafios pela frente, as organizações que investem no aperfeiçoamento da gestão vêm dando inúmeros passos e fazendo sua parte na construção e consolidação de um país institucionalmente maduro, forte e próspero, garantindo mais desenvolvimento e competitividade, além de melhores condições de vida à população brasileira.

Fonte: FNQ - fnq.org.br
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