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09/09/12 - Duas pessoas são atendidas por hora em SP devido a ingestão de objetos estranhos
Maior número de casos é de crianças de 1 a 4 anos que ingerem moedas, grãos, pilhas e peças de brinquedos
Levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que, por dia, cerca de 50 pessoas são atendidas em prontos-socorros e ambulatórios públicos por terem aspirado algum tipo de objeto estranho.
O Estado de São Paulo registrou, em 2011, 19.465 casos de retiradas de objetos estranhos. Em 2010 haviam sido 22.523 atendimentos.
A capital e Grande São Paulo concentram o maior número de casos no ano passado, com 5.396 procedimentos, seguidas pela região de São José do Rio Preto, com 3.789, e de Presidente Prudente, com 1.575 procedimentos realizados no ano passado.

As principais vítimas atendidas nos hospitais são crianças de um a quatro anos de idade. No ano passado, 26% dos atendimentos em hospitais, relativos a aspiração de objetos estranhos, em que a idade do paciente foi relatada pelo serviço de saúde, foram em crianças nessa faixa etária. Os objetos mais comuns retirados nessa idade são moedas e peças de brinquedos.
Fonte: SES-SP

"Se a moeda desce diretamente pelo canal do estômago, será eliminada por vias naturais, porém os pais devem prestar atenção para ver se o objeto é realmente eliminado em um período de 12 horas a cinco dias. Caso isso não ocorra, devem procurar um serviço médico", explica Sérgio Sarrubo, médico pediatra e diretor do Hospital Infantil Darcy Vargas, unidade da Secretaria na zona sul da capital paulista. O pediatra também explica que, caso a moeda vá para a traquéia, pode causar parada respiratória. "É muito importante que os pais tomem cuidado com crianças dessa idade, pois é nessa época que crianças costumar levar objetos à boca", afirma Sarrubo.

Outros objetos muito comuns nesses casos são pilhas e baterias de brinquedos, que devem ser retirados o mais rapidamente possível, pois a permanência deles no estômago ou nas vias respiratórias pode causar lesões ou perfurações e até mesmo infecções. Não é indicado que os pais provoquem o vômito da criança. O certo é encaminhá-la ao hospital mais próximo.

Os pais devem, também, tomar muito cuidado com os brinquedos que as crianças pequenas têm acesso. Muitas peças de plástico, como rodas de carrinhos ou acessórios de bonecas, não aparecem nos exames de raio-X.

A aspiração de objetos pode prejudicar o sistema respiratório e causar asfixia, levando o paciente à morte. É recomendável que aos primeiros sintomas de asfixia, como acesso de tosse seguido por engasgamento, falta de ar e lábios e unhas arroxeadas, o paciente ou seus responsáveis procurem o serviço médico imediatamente.
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