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REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE
CULTURA FAKE
Como fazer para não implementar uma cultura organizacional fake
Desenvolver uma cultura diferenciada no ambiente de trabalho e engajar os funcionários não são as tarefas mais fáceis. Muitas empresas pecam ao querer implementar uma cultura que não tem fit nenhum com a sua identidade e realidade. Porém, se assertiva, se torna um ponto ainda mais positivo para os profissionais no mercado de trabalho e faz com que seja possível atrair equipes mais unidas e que se destacam nos resultados, sempre com um propósito bem alinhado. Mas, afinal, o que significa ter uma cultura empresarial sem “fake news”?

O ponto principal de atenção está na tentativa desesperada das empresas em construir uma cultura diferenciada, elas acabam copiando e replicando ações e iniciativas de outras organizações, sem ao menos estudar se aquilo irá traduzir realmente a sua identidade. É importante ter em mente que ter uma cultura forte não é um pilar e sim a base para que todos os pilares da empresa cresçam de forma sustentável. Funciona como um guia e, portanto, deve ser clara, sólida e original para que os talentos e investidores não encontrem as respostas em outros lugares.

Sendo assim, o ponto de partida para criar essa visão é definir os valores da companhia, que orientam ações, iniciativas, gestão, posicionamento para o mercado, comportamento esperado dos funcionários, formas de desenvolvimento, entre outras ações. A partir disso, atraímos pessoas que estejam alinhadas com o que a empresa pensa e busca, e que estejam em sintonia com a forma que enxergamos o mundo ao nosso redor. Por fim, cria-se uma identidade para que todo o time se enxergue como um espelho.

Existem algumas ações que as companhias precisam evitar quando querem plantar uma cultura forte entre os seus colaboradores. A primeira delas é evitar copiar o modelo de outras empresas, uma vez que isso faz com que não haja uma identidade própria, já que mistura diversos objetivos e valores. Ou seja: a cultura precisa ser algo realmente genuíno e uma característica forte da empresa em questão. Empresas já me procuraram para fazer benchmarks e para entender o porquê de seus colaboradores não estarem engajados em seus espaços informais dentro do escritório, por exemplo. A resposta é simples: as pessoas querem replicar ações legais, mas que muitas vezes não possuem conexão alguma com a sua cultura organizacional, é aí que está o problema.

Outro erro comum é deixar que seja engessada. Aqui, é importante pensarmos que a cultura deve acompanhar o ritmo do negócio, o que significa estar sempre atento se ela continua refletindo o propósito da companhia e dos seus profissionais. Muitas vezes, as necessidades e questionamentos do time passam a ser outros e é necessário se adequar a essa nova realidade.

FUJA DAS ‘FAKE NEWS’

O que fazer então? Primeiro, pense no que faz sentido com a história e o propósito da companhia. Além disso, estimule líderes comprometidos e disseminadores externos e internos, pois isso é algo fundamental para que haja engajamento do time. Outro ponto que não podemos esquecer é a comunicação diária, com um discurso único, que reforce o que é esperado dos funcionários.
E, por fim, depois do desafio de implementação ter sido concluído, não se esqueça de garantir que essa cultura seja sempre aplicada e executada em todas as pontas. Ser flexível e se adaptar aos novos contextos também é algo que devemos nos atentar para que a cultura acompanhe a evolução do negócio e não fique perdida com a rotina. Com isso, podemos conquistar mais engajamento, sinergia e também produtividade!
Por Natália Zeferino, para Redação P&N
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