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05/01/16 - Empresas capacitam gestores para disseminar valores éticos entre os colaboradores
É esse o caso do Grupo Fleury, que atua na área de medicina diagnóstica. Com mais de 5 mil colaboradores, a empresa viu, em 2009, a necessidade de reformar seu código de conduta e adequá-lo ao crescimento da empresa
Buscar a excelência da gestão em uma organização significa, entre muitas coisas, agir de acordo com os ideais éticos que baseiam as relações profissionais, respeitando os direitos dos colaboradores e estabelecendo normas de comportamento dentro da empresa. A partir deste princípio, companhias dos mais diversos portes e setores formulam códigos de conduta e capacitam estrategicamente seus gestores para disseminá-lo entre todos os colaboradores, como sugere o fundamento "Governança Corporativa" do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), disseminado pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

É esse o caso do Grupo Fleury, que atua na área de medicina diagnóstica. Com mais de 5 mil colaboradores, a empresa viu, em 2009, a necessidade de reformar seu código de conduta e adequá-lo ao crescimento da empresa. Para levar o novo documento à equipe, a organização capacitou 300 gerentes e coordenadores a atuarem como multiplicadores do código em seus setores, auxiliando os demais em seu entendimento. Segundo o gerente de sustentabilidade e gerenciamento de risco do Grupo Fleury, Daniel Périgo, neste processo foram utilizados diversos formatos de materiais, de modo a facilitar a compreensão do novo código. "Criamos um guia do gestor referente ao código de conduta, um modelo de plano de aula que mostrava ao gestor como disseminar o código, e utilizamos ainda trechos de filmes para ilustrar as situações", afirma.

A missão dos gestores do Fleury, no entanto, não se restringe aos colaboradores já integrados à empresa. Com o novo código, a organização criou programas de integração de novos colaboradores e também de parceiros terceirizados. Tudo isto com o objetivo de padronizar as normas de conduta na empresa e estabelecer a ética como um princípio básico de todos que a compõem. "A questão da ética é uma preocupação histórica do Fleury, tem diretamente a ver com nossa cultura, com nossa missão e valores, fazendo parte do projeto de sustentabilidade estratégica da empresa", explica Périgo.

Métodos lúdicos também podem ser uma boa solução para facilitar a compreensão de normas éticas em uma organização. Na Eletrobrás Eletronorte, distribuidora de energia elétrica que atua na Amazônia Legal, além da disseminação do código de conduta por meio dos gestores treinados, a conscientização dos colaboradores acontece por meio de um jogo eletrônico chamado Cenários da Ética, produzido pela empresa em parceria com a Universidade Corporativa Eletronorte - Ucel. Utilizando recursos visuais, o programa representa as paisagens e os habitantes da região amazônica, colocando o colaborador diante de diversos dilemas éticos nos âmbitos pessoal, profissional e ambiental, e estimulando seu interesse em refletir e se posicionar de forma positiva nestas questões.

Para Rosângela Carneiro, secretária executiva da comissão de ética da Eletrobrás Eletronorte, o jogo torna mais fácil para o colaborador identificar os diversos conceitos que compõem o código de ética da empresa. "O game foi construído para que, de forma desafiadora e divertida, seja potencializada uma boa convivência no trabalho dentro dos princípios de respeito às diferenças, ao ser humano, à empresa e ao meio ambiente. Esse tipo de programa é importante porque mantém vivos a preocupação e o cuidado em relação aos conceitos e princípios compreendidos no Código de Ética", explica. Terminado em junho de 2010, o jogo já chegou a 163 colaboradores e ainda ganhará melhorias para atingir um número maior de pessoas.

Com os programas éticos disseminados a suas equipes, resta às organizações manter estas iniciativas constantemente atualizadas e renovadas, para garantir a total assimilação de seus valores pelos colaboradores. Como ressalta Périgo, esta postura é importante não só para o crescimento das empresas, mas também para manter aberto um canal de diálogo com o trabalhador. "O debate ético precisa ser encarado como um projeto estruturado, e resgatado sempre que possível, por meio dos treinamentos periódicos. Assim, forma-se um sistema de comunicação de duas vias, aberto às necessidades dos colaboradores", afirma.


Fonte: FNQ, 11/2011
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