TRANSLATE:
header_logo
Login
ÚLTIMOS ARTIGOS
Transformar informação de saúde em conhecimento
Big Data pode revolucionar a saúde
Big Data pode revolucionar a saúde, traçando perfis fiéis dos pacientes para balizar iniciativas mais preditivas e menos reativas – e, portanto, gerar economia. Mas o que falta para esse cenário tornar-se realidade no Brasil?

Já temos informação suficiente; a dúvida é como transformá-la em conhecimento. Esse processo envolve a estruturação dos dados, que transforma números sem contexto em indicadores palpáveis e é isso que está em falta, A informação tem menos de 15 anos dentro das unidades de saúde do Brasil, é muito jovem. E, em sua maioria, foi direcionada para prescrições e não se caminhou para estruturar isso. Uma forma de organizar esses dados em benefício da saúde da população seria o desenvolvimento de um modelo de prontuário online pelo governo, que seria disponibilizado publicamente na nuvem para todas as instituições. Porém esse cenário é muito improvável, limitando outras iniciativas semelhantes. São as empresas que tem a missão de conectar a saúde. O governo não vai prover soluções, mas a conexão de muitos bons projetos privados pode fazer isso.

Para se integrar, o setor precisa enfrentar duas barreiras:

1. quem é dono da informação?’ e

2. quem paga por isso?’.

As empresas precisam enfrentar essas questões de frente e compartilhar para ganhar em escala. O mercado de saúde pode se espelhar em outras áreas que já se integraram para pensar em iniciativas colaborativas. O setor bancário é um bom exemplo; eles se conversam. O cliente pode fazer migração de serviço quando quiser e esses dados não vazam para o mercado.

As tecnologias são simples, mas o médico não quer adotá-las; há o temor de infringir o sigilo médico-paciente. Contudo, o médico hoje não é tomador de decisão isolado – o consumidor busca informações na internet, com amigos e outros vetores, dando a ele o papel de influenciador; o médico acompanhar essa evolução é fundamental.

Evangelizar a classe exige encontrar meios para se comunicar com eles de forma mais eficiente. O médico é conservador para mudanças porque não tem tempo. Se a informação chegar a ele de forma estruturada e com boa qualidade, vai perceber que há benefícios, como a própria economia de tempo.


Fonte:- Carlos Oliveira, especial para o Saúde Business
Apoio:
xhl


sicredi
Blog
A tecnologia pode ajudar a sustentabilidade do sistema de saúde do Brasil
A discussão de compliance e ética no CQH 2018
Destaques
Curso da APM ajuda na sustentabilidade de empreendimentos médicos
Liderança 4.0
Novo : Desafios da Lei Geral de Proteção de Dados para a Área da Saúde
Gestão de Pessoas em Saúde
2019 - Concursos para obtenção de título de especialista em medicina preventiva e certificado de área de atuação em administração em saúde
CQH: Hospital Regional de Presidente Prudente recebe selo
Mais Recentes
Indicadores para análise durante a pandemia - CQH e APM 03/07/20
Soluções Emergenciais para Ambientes Contaminados com Covid-19 03/07/20
Ikigai 03/07/20
Dr. Eduardo D'Aguiar concede entrevista para a TV Cultura 03/07/20
Sejam bem-vindos equipe da Santa Casa de Curitiba, o mais novo hospital a aderir ao Programa CQH. 03/07/20
Mais Lidas
1Manual de Indicadores de Enfermagem NAGEH 2012
2Rumo à Excelência: Critérios para avaliação do desempenho e diagnóstico organizacional
3CQH - Roteiro de Visitas
43º Caderno de Indicadores CQH - 2009
5Manual de Gestão Hospitalar
6Por que e como aderir ao Programa CQH
7Acreditação hospitalar: um movimento inexorável?
8Manual de Gestão Hospitalar do CQH
9Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Ciclo 2015-2016: Regulamento e Instruções para Candidatura
10Manual de Gestão - Organização, Processos e Práticas de Liderança

apmsompas